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Canadian C-Spine

Canadian C-Spine Rule

Decide, em três passos, se o trauma cervical no paciente alerta e estável precisa de imagem.

Antes de usar5
  • POPULAÇÃO: adulto alerta (Glasgow 15) e hemodinamicamente estável, com trauma cervical de preocupação. NÃO se aplica a menores de 16 anos, Glasgow abaixo de 15, instabilidade, paraplegia ou tetraplegia conhecidas, doença vertebral prévia (artrite reumatoide, estenose de canal, cirurgia cervical) ou gestante.
  • A ORDEM DOS PASSOS É PARTE DA REGRA. Havendo fator de alto risco, vá direto à imagem — não teste a rotação. A rotação só é testada quando existe um fator de baixo risco que permita avaliá-la com segurança.
  • Fatores de ALTO risco: idade de 65 anos ou mais; mecanismo perigoso (queda de mais de um metro ou cinco degraus, carga axial sobre a cabeça como mergulho, colisão em alta velocidade, capotamento, ejeção, acidente com veículo recreativo motorizado, colisão de bicicleta); parestesia em extremidades.
  • Fatores de BAIXO risco que permitem testar a rotação: colisão traseira simples (exceto empurrado para a via contrária, atingido por ônibus ou caminhão, capotamento, atingido por veículo em alta velocidade); paciente sentado no pronto-socorro; deambulou em algum momento; dor cervical de início tardio; ausência de dor à palpação da linha média cervical.
  • Sensibilidade de 99,4% para lesão cervical clinicamente importante e mais específica que o NEXUS na coorte comparativa — usar a regra canadense reduz o número de imagens.

0 de 3 itens

  1. Passo 1 — algum fator de ALTO risco presente

    Idade ≥ 65 anos, mecanismo perigoso (queda > 1 m ou 5 degraus, carga axial, colisão em alta velocidade, capotamento, ejeção, veículo recreativo motorizado, colisão de bicicleta) ou parestesia em extremidades.

  2. Passo 2 — NENHUM fator de baixo risco presente

    Baixo risco: colisão traseira simples, paciente sentado no PS, deambulou em algum momento, dor cervical de início tardio ou ausência de dor à palpação da linha média. Sem nenhum deles, não é seguro testar a rotação.

  3. Passo 3 — incapaz de rodar o pescoço 45° para os dois lados

    Só avalie se houver fator de baixo risco no passo 2. Rotação ativa, feita pelo próprio paciente, 45° à direita e à esquerda.

Responda os itens abaixo para ver o resultado.